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Archive for the 'Viagens' category

Passaportes

23 de fevereiro de 2015 5:00 pm

Meu passaporte atual e o do meu filho, Pedro, estão prestes a vencer. Sinal de que teremos que enfrentar trâmites burocráticos para a obtenção de um novo documento, o que importa em preenchimento de formulários, obtenção de fotos novas, pagamento de taxas e, provavelmente, enfrentamento de alguma fila nos corredores da repartição pública responsável por sua emissão – creio que ainda seja a Polícia Federal –  essas coisas chatas que nos tomam tempo precioso de nossas vidas.

Diante dessa empreitada enfadonha que se avizinha, fui pegar nossos passaportes atuais em minha caixa de documentos e aí comecei a fuçar as coisas lá de dentro, e entre elas me deparei com meus outros três passaportes já vencidos, e ato contínuo comecei a folhear todos eles.

Cada carimbo estampado no papel me remetia à memória das viagens que fiz e dos bons momentos de cada uma delas, a companhia de minha mãe, de meu pai, de minha irmã, de amigos e amigas, de namoradas, (ex)noiva e (ex)esposa, enfim, das muitas experiências vividas e das histórias que não podem ser transportadas nem em bagagens e muito menos em carimbos lançados por autoridades aduaneiras em cada fronteira cruzada.

Interessante que nesse momento aborrecido de busca de documentos pude me desligar por alguns instantes da rotina diária e, diante de um objeto tão frio e burocrático por excelência, fui transportado para os recônditos da memória e lá me deixei ficar em devaneios líricos e também melancólicos, somente interrompidos quando o telefone tocou, sempre ele a nos trazer de volta à vida, ou será que dela nos extrair?

Abaixo os passaportes e suas fotos, validades, vistos, carimbos; vida!

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De volta ao lar, tentei retomar aquele momento mágico, mas sua intensidade não foi recuperada e nem a descrição acima pôde representar aquele momento; não tenho o dom da escrita de descrição pormenorizada, ainda mais quando se trata de narrativa sentimental, talento esse somente reservado aos grandes poetas.

E por falar neles, nesse instante me veio à memória e fiz questão de ouvir duas canções que tratam de nossos encontros e desencontros e das consequências do ritmo muitas vezes frenético a que nos submetemos em nossas preciosas existências.

Sinal Fechado (Paulinho da Viola)

– Olá! Como vai?
– Eu vou indo. E você, tudo bem?
– Tudo bem! Eu vou indo, correndo pegar meu lugar no futuro… E
você?
– Tudo bem! Eu vou indo, em busca de um sono tranqüilo…
Quem sabe?
– Quanto tempo!
– Pois é, quanto tempo!
– Me perdoe a pressa – é a alma dos nossos negócios!
– Qual, não tem de quê! Eu também só ando a cem!
– Quando é que você telefona? Precisamos nos ver por aí!
– Pra semana, prometo, talvez nos vejamos…Quem sabe?
– Quanto tempo!
– Pois é…quanto tempo!
– Tanta coisa que eu tinha a dizer, mas eu sumi na poeira das
ruas…
– Eu também tenho algo a dizer, mas me foge à lembrança!
– Por favor, telefone – Eu preciso beber alguma coisa
rapidamente…
– Pra semana…
– O sinal…
– Eu procuro você…
– Vai abrir, vai abrir…
– Eu prometo, não esqueço, não esqueço…
– Por favor, não esqueça, não esqueça…
– Adeus!
– Adeus!
– Adeus!

Amigo é pra essas coisas (Silvio Silva Júnior/Aldir Blanc)

– Salve!
– Como é que vai?
– Amigo, há quanto tempo!
– Um ano ou mais…
– Posso sentar um pouco?
– Faça o favor
– A vida é um dilema
– Nem sempre vale a pena…
– Pô…
– O que é que há?
– Rosa acabou comigo
– Meu Deus, por quê?
– Nem Deus sabe o motivo
– Deus é bom
– Mas não foi bom pra mim
– Todo amor um dia chega ao fim
– Triste
– É sempre assim
– Eu desejava um trago
– Garçom, mais dois
– Não sei quando eu lhe pago
– Se vê depois
– Estou desempregado
– Você está mais velho
– É
– Vida ruim
– Você está bem disposto
– Também sofri
– Mas não se vê no rosto
– Pode ser…
– Você foi mais feliz
– Dei mais sorte com a Beatriz
– Pois é
– Pra frente é que se anda
– Você se lembra dela?
– Não
– Lhe apresentei
– Minha memória é fogo!
– E o l´argent?
– Defendo algum no jogo
– E amanhã?
– Que bom se eu morresse!
– Prá quê, rapaz?
– Talvez Rosa sofresse
– Vá atrás!
– Na morte a gente esquece
– Mas no amor agente fica em paz
– Adeus
– Toma mais um
– Já amolei bastante
– De jeito algum!
– Muito obrigado, amigo
– Não tem de quê
– Por você ter me ouvido
– Amigo é prá essas coisas
– Tá…
– Tome um cabral
– Sua amizade basta
– Pode faltar
– O apreço não tem preço, eu vivo ao Deus dará

Liberdade X Segurança

5 de janeiro de 2014 7:05 pm

Tirante os lamentáveis e inaceitáveis episódios de latrocínios e demais atentados violentos contra o patrimônio das pessoas – infelizmente corriqueiros no Brasil – prenderei-me aqui aos furtos, cujos relatos mais surpreendentes de amigos e de experiências por que passei não se deram em solo brasileiro.

Há alguns meses, no aeroporto de Barajas, na fila para o check in, em conversa com um paulistano que regressava de suas férias ao Brasil, fiquei sabendo que toda a sua bagagem – e a de seus companheiros de viagem – havia sido subtraída do porta-malas do carro em que viajavam que estava estacionado em uma rua da pacata cidade de Segóvia, situação essa muito comum pela Europa afora, já que, da mesma forma, vários conhecidos meus já experimentaram furtos de bagagens nos quartos de hotéis em que estavam hospedados e em porta-malas de carros estacionados nas ruas ou mesmo nos estacionamentos públicos dos locais em que passeavam.

Na Copa do Mundo da França de 1998 viajei com um grupo de 14 amigos em duas vans que alugamos e nas quais deixávamos toda a nossa bagagem durante os períodos em que não estávamos hospedados em hotéis. Numa dessas ocasiões, em Marselha, estacionamos os veículos no espaço público do estádio em que se deu o memorável jogo da semifinal entre Brasil e Holanda, quando ao final da partida, ao voltarmos felizes ao estacionamento para seguirmos viagem a Paris, nenhuma bagagem de uma das vans restava em seu porta-malas.

Passado o susto inicial e ainda em meio ao grande dissabor que nos abatia a todos, um de nós teve a sorte de encontrar toda a bagagem cuidadosamente escondida por entre as moitas da cerca viva existente no estacionamento, provavelmente ali acondicionada pelos larápios para que, mais tarde, sem chamarem a atenção do forte esquema de segurança existente para a ocasião, pudessem carregar todo o produto de seu furto com maior tranquilidade.

Minhas experiências com os desgostos causados pela subtração de pertences pessoais não param por aí e começaram muito cedo.

Certa feita, quando eu ainda tinha 10 anos de idade e me deliciava com uma réplica de brinquedo da espaço-nave do Lucke Skywalker que meu pai trouxera para mim de uma viagem a Alemanha, um colega de escola meu que passava a tarde lá em casa saiu em disparada com o brinquedo em suas mãos e eu, a chorar, não o consegui alcançar.

Dias depois, após as intervenções dos adultos, o objeto me foi devolvido com os pedidos de desculpas e apertos de mão protocolares, mas estava com uma de suas asas quebradas, a qual teve que ser colada com super bonder, mas aquele aviãozinho nunca mais foi o mesmo, pelo menos ele deixou de proporcionar em mim o prazer de outrora.

Em três ocasiões carros de meus pais que estavam sob meus cuidados foram furtados nas ruas de Curitiba: um Corcel 1979, uma Belina 1981 e uma Caravan 1985, nenhum deles com seguro, sendo que apenas a Caravan foi recuperada.

Sob ameaça – não de armas, mas apenas da força bruta de quem estava em maior número – fui roubado duas vezes.

A primeira delas quando eu tinha 16 anos e esperava, com outros colegas do CEFET, o expresso madrugueiro” que tinha ponto na Praça Generoso Marques. Nessa ocasião eu usava um par de tênis então na moda entre os “filhinhos de papai” e roupas da Ocean Pacific, produtos que eram cobiçados nessa época. Veio então um grupo de maloqueiros e nos forçaram, tanto a mim quanto aos meus outros desafortunados colegas, a tirarmos toda a roupa e os tênis, deixando-nos apenas com nossas cuecas e meias naquela madrugada fria. A vergonha de estarmos ali naquela condição fez desaparecer até a raiva que talvez sentíssemos pelo infortúnio.

A segunda vez em que me assaltaram foi mais recentemente, dentro de um táxi no Rio de Janeiro, quando um trombadinha tomou pela janela o iPhone que eu tinha em minhas mãos enquanto bradava: perrrrdeu, perrrrdeu! Agiu de maneira tão veloz e eficiente que minha primeira reação foi de respeito, quase admiração, pela destreza e audácia desse gatuno. A segunda, a sensação de me saber admitido, com méritos, num vasto e democrático clube: o das inúmeras pessoas de todo o planeta que já tiveram algum de seus bens subtraídos. A terceira foi cair nesse estado de desmoralização e orfandade – sentir-se ultrajado no que há de mais íntimo, objeto de uma burla perversa e um pouco imbecil – no qual ficamos cada vez que somos violentamente despojados de algo que nos pertence.

É algo que é melhor nos acostumarmos, haja vista que a indústria do furto, uma das mais prósperas e estendidas por todo o globo terrestre, cresce e continuará a crescer de maneira irresistível, seja nos bairros mais pobres, seja nos bairros mais ricos de todas as partes, como a ameaça mais poderosa e efetiva contra a propriedade privada desde quando os socialistas utópicos, a partir das ideias de Proudhon, diziam que ela – a propriedade – pelo simples fato de existir, constituía um assalto, um delito contra a Justiça.

Vejo nisso um paradoxo delicioso, em que não são os pobres, nem o proletariado, nem os revolucionários profissionais que estão a travar a batalha mais mortífera contra a propriedade privada, mas sim os ladrões, uma espécie de Internacional Socialista sem ideais, puramente pragmática, que a cada dia ganha mais adeptos e perpetra as mais bem-sucedidas operações de desmoralização do que, em algum momento de ingenuidade, chegou-se a crer que era a sacrossanta instituição da democracia, base do progresso e sustentação da liberdade.

Prossigo, para confirmar essa tese pessimista sobre o futuro da propriedade privada no mundo, com o relato de minha experiência pessoal de ter sido por algumas vezes atracado por invisíveis, anônimos e irretocáveis profissionais do furto.

Em tempos de dinheiro de plástico podemos até mesmo ser vítimas de furto de nossas identidades. Foi o que aconteceu comigo quando algum escroque, de posse de meus dados pessoais, solicitou um cartão de crédito com bandeira da American Express e começou a fazer compras em meu nome.

Só vim a saber do ocorrido quando, tempos depois, deparei-me com uma restrição de crédito que me impedia de realizar operações financeiras. Verifiquei que o endereço para onde o cartão de crédito havia sido remetido ficava na Vila Zumbi dos Palmares, uma favela do Município de Colombo, região metropolitana de Curitiba, local em que jamais residi e no qual sequer pus os meus pés em toda a minha vida. Obtive a informação, ainda, de que uma despesa realizada em um posto de gasolina fora efetuada na mesma data em que eu dera entrada na Espanha, conforme confirmava o carimbo em meu passaporte. Apesar de tudo isso a American Express se recusou a cancelar a restrição que inscrevera em meu nome, fato que me rendeu uma justa indenização.

Mas a experiência de ter sido furtado que mais me marcou se deu às vésperas da passagem de ano-novo de 2007 para 2008. Nessa ocasião eu vivia em Saragoça por um período de pesquisa para a tese de doutorado que estava em curso, sendo que viajei para Paris no feriado de Natal e descia de carro, na companhia de minha amiga Milena Beatriz que viera do Brasil para passar as festas de final de ano comigo, para Barcelona a fim de que ali festejássemos o réveillon.

Na entrada da avenida Diagonal notamos que um motociclista nos fazia sinais intermitentes a apontar para um dos pneus do carro que, de fato, estava furado. Ao pararmos, o mesmo motociclista encostou ao nosso lado e nos disse que havia nas proximidades um lugar em que poderíamos resolver o problema. Para indicar o local, solicitou que descêssemos do automóvel.

Feito isso, e depois de passar alguns minutos a gesticular, saiu em disparada. Porém, ao embarcarmos novamente no veículo, notamos que os nossos pertences que estavam no banco de trás tinham sido furtados, o que provavelmente se deu por comparsas do motociclista transeuntes na calçada que, aproveitando-se de nossa distração, retiraram tudo o que ali estava.

A sensação de impotência nos abateu. Foi furtada a bolsa da Milena em que estavam o seu passaporte, todo o seu dinheiro e cartões de crédito. Subtraiu-se também o meu notebook, em cujo equipamento estava armazenada toda a minha pesquisa dos meses anteriores passados na Universidad de Zaragoza, além de quatro capítulos já finalizados e revisados de minha tese de doutorado, bem como todas as fotos do período em que tinha vivido nessa estância. O pior de tudo – e isso foi uma tragédia a assolar o incauto – é que eu não tinha backup de nada disso.

Como a Milena tinha passagem marcada de regresso ao Brasil logo em seguida ao ano-novo, a dificuldade imediata era a obtenção de um novo passaporte, sendo que, por sorte, em Barcelona há consulado brasileiro, o qual, no entanto, por conta do período de festas, estava fechado.

Lembrei-me de um amigo meu do corpo diplomático que, à época, servia em Buenos Aires e lhe telefonei. Ele me pediu para providenciar um boletim de ocorrência na polícia e uma foto da Milena dentro de um certo padrão; e que, após providenciado isso, que lhe retornasse a ligação.

Foi na polícia que viemos a saber que a forma pela qual fomos furtados era muito corriqueira em Barcelona. Carros com placas estrangeiras – o nosso era francês – de chegada na cidade eram sorrateiramente perseguidos por algum bandido de moto que, com uma lança, furava o pneu traseiro do carro para, logo em seguida, oferecer ajuda enquanto o pessoal de terra aproveitava para consumar o crime.

Santa ingenuidade, a nossa!

Após sairmos da polícia com o boletim de ocorrência em mãos, providenciamos a foto e telefonamos novamente ao meu amigo que vivia em terras portenhas, quando então ele nos passou um endereço – o da casa do cônsul brasileiro em Barcelona – para onde nos dirigimos e recebemos, em nome da Milena, um salvo-conduto para que ela pudesse regressar ao Brasil.

Passado o ano-novo, festa em que, apesar de tudo, procuramos comemorar, a Milena regressou ao Brasil e eu retornei a Zaragoza, onde, nos meses seguintes, procurei recuperar a pesquisa perdida para que, ao voltar ao Brasil, pudesse refazer a minha tese de doutorado e a defender dentro do prazo, o que, finalmente, consegui.

Eu poderia seguir a narrar muitos outros casos dessa índole, mas me parece que as anteriores já são suficientes e ilustram, com folga, o que eu pretendia mostrar.

O prática do furto já não é – se é que foi alguma vez na história – algo meramente acidental, uma exceção, um fato inusitado na vida contemporânea. Nada disso, pois se trata de uma espécie de experiência integrada quotidianamente à vida de todos nós, alguns mais que outros, diga-se logo, mas a respeito do que ninguém está a salvo ou imunizado, posto que essa realidade passou a fazer parte da nossa experiência genérica, como ir ao cinema, ou sair de férias, ou fazer as refeições diárias.

O furto é, desafortunadamente, uma indústria que prospera mais facilmente nas sociedades abertas do que sob os regimes autoritários ou totalitárias, haja vista que nestes a repressão, a brutalidade das sanções, a vigilância asfixiante da intimidade tornam exponencialmente mais custosa e difícil a vida dos ladrões.

Mas, no caso desses sistemas tiranos, o preço que se paga para que a sociedade possua mais segurança no que concerne à proteção do patrimônio é tão alto – se contrastado com a decorrente ausência de liberdade, com a prática de arbitrariedades e indignidades cívicas e políticas de todo o tipo – que ninguém que seja minimamente sensato está disposto a pagá-lo.

Segundo penso, a liberdade sempre é preferível, embora também beneficie – e cada vez mais – os ladrões.

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Fortaleza – set.2010

9 de outubro de 2010 7:00 pm

Na programação do Projeto de Pesquisa eGobs (2009-2012), patrocinado pela Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento – AECID, os integrantes do grupo Fernando Galindo, Aires José Rover e José Renato Gaziero Cella foram recebidos pelo Prof. Dr. Gustavo Raposo Pereira Feitosa para reuniões de trabalho junto ao Poder Judiciário, ao Governo do Estado do Ceará, à Prefeitura Municipal de Fortaleza e à Universidade de Fortaleza – UNIFOR para tratarem sobre Processo Eletrônico, Observatório do Governo Eletrônico e Inclusão Digital.

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Centro Cultural Dragão do Mar

Centro Cultural Dragão do Mar

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Obras do Mestre Graciano

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Buenos Aires – ago.-set.2010

6:20 pm

Conforme noticiado aqui, estive em Buenos Aires para a apresentação do artigo Qual internet queremos para o governo eletrônico e a democracia digital (CELLA, J.R.G.), In: Anais das 39 Jornadas Argentinas de Informática – 39 JAIIO, p. 2.124-2.130, organizado pela Sociedad Argentina de Informática – SADIO, que teve lugar nos dias 30 de agosto a 03 de setembro de 2010, na Universidad Argentina de la Empresa – UADE, com apresentação, em 30 de agosto de 2010, no Simposio Argentino de Informática y Derecho – SID 2010.

Fernando Galindo, José Renato Cella e Aírton Ruschel

Fernando Galindo, José Renato Cella e Aírton Ruschel

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Colheita do Café – Minas Gerais – ago.2010

4:45 pm

Tempo de colheita sempre é tempo de comemoração!

Fazenda Fazendinha, Perdizes-MG

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Quati

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Pinguim - Ribeirão Preto

Pinguim - Ribeirão Preto

Pinguim - Ribeirão Preto

Pinguim - Ribeirão Preto

Ver mais sobre minha atividade agropecuária aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Aracaju – 13 a 17.jul.2010

4:30 pm

Na programação do Grupo de Pesquisa Justiça, Democracia e Direitos Humanos, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR,  projeto “Causas do Aumento de Demanda Judicial Repetitiva no Brasil e Propostas para sua Solução”, financiado pelo Conselho Nacional de Justiça – CNJ, sob a coordenação geral da Prof. Dra. Claudia Maria Barbosa, estive em Aracaju com os integrantes da equipe Guilherme da Costa, Amanda Carolina Buttendorff Rodrigues e Willian Batista de Oliveira para pesquisa de campo junto à Corregedoria de Justiça do Estado de Sergipe e Varas Cíveis da Comarca de Aracaju, sendo que os resultados finais da pesquisa serão finalizados no próximo mês de novembro.

Mercado Público

Mercado Público

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Willian e Amanda

Willian e Amanda

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Amanda, Guilherme, Willian e Z|é Renato

Amanda, Guilherme, Willian e Zé Renato

Guilherme, Z|é Renato e Amanda

Guilherme, Z|é Renato e Amanda

Amanda, Guilherme e Willian

Amanda, Guilherme e Willian

Amanda, Guilherme, Patrícia Oliveira Vieira (Corregedoria TJSE) e Zé Renato

Amanda, Guilherme, Patrícia Oliveira Vieira (Corregedoria TJSE) e Zé Renato

Madri – Verão de 2010

2:02 am

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Museo del Jamon

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Restaurante Sobrino de Botín

Restaurante Sobrino de Botín

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Taberna Alhambra

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Paris – Verão de 2010

1:47 am

Les Philosophes, ótimo restaurante no Marés

Les Philosophes, ótimo restaurante no Marés

Les Philosophes

Les Philosophes

Maigret de Canard no Les Philosophes

Maigret de Canard no Les Philosophes

Café Hugo, na Place des Vosgues

Café Hugo, na Place des Vosgues

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Place des Vosgues

Place des Vosgues

Aires, Zé Renato e Orides

Aires, Zé Renato e Orides

Hôtel de Ville

Hôtel de Ville

Juliana, Aires, Zé Renato e Orides

Juliana, Aires, Zé Renato e Orides

Notre Dame

Notre Dame

Pont Neuf ao fundo

Pont Neuf ao fundo

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Pont des Arts

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Pont Neuf

Pont Neuf

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Esplanade des Invalides

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Pont Alexandre III

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Opéra

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Place Vendôme

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La Madeleine

La Madeleine

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Barcelona – verão de 2010

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Casa Gallega - Tapas deliciosos ali

Casa Gallega - Tapas deliciosos ali

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Casa Batlló

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Casa Milà (La Pedrera)

Casa Milà (La Pedrera)

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Sagrada Família

Sagrada Família

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Cavamar, excelente bodega em Barceloneta

Cavamar, excelente bodega em Barceloneta

Despedida de solteira em Barceloneta

Despedida de solteira em Barceloneta

Praia de Barceloneta

Praia de Barceloneta

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Zaragoza – Julho de 2010

12:10 am

Conforme noticiado aqui, estive em Zaragoza para a SubTech 2010, onde apresentei o artigo intitulado Institutional integration of an ict in education solution in a brazilian university (CELLA, J.R.G., TARRIT, C.R.), In: Anais da 11th International Conference on Substantive Technology in Legal Education and Practice – SubTech 2010, que teve lugar nos dias 01 a 03 de julho de 2010, na Facultad de Derecho de la Universidad de Zaragoza, com apresentação, em 02 de julho de 2010, no Fourth plenary “Teaching Plataforms”.

Aires e Orides por ocasião da comemoração de meus 40 anos

Aires e Orides por ocasião da comemoração de meus 40 anos

Juliana, Zé Renato e Orides

Juliana, Zé Renato e Orides

Rio Ebro e Basílica del Pilar

Rio Ebro e Basílica del Pilar

Na Bodega Universal, onde todas as garçonetes são mulheres não se pode comer

Na Bodega Universal, onde todas as garçonetes são mulheres não se pode comer

Na Bodega Universal só há bebidas

Na Bodega Universal só há bebidas

Na SubTech 2010 - À mesa, Abdul Paliwala e Aires Rover

Na SubTech 2010 - À mesa, Abdul Paliwala e Aires Rover

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Palacio de la Alfarería

Palacio de la Alfarería

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Orides, Aires e Masseno

Orides, Aires e Masseno

Valladolid – Junho de 2010

8 de outubro de 2010 11:33 pm

Conforme noticiado aqui e aqui,  estive em Valladolid para as II Jornadas sobre Derecho y Tecnología & Noveno Encuentro Ibero-Americano de Gobierno Electrónico e Inclusión Digital, que teve lugar nos dias 28 e 29 de junho de 2010, na Facultad de Derecho de la Universidad de Valladolid, com apresentação, em 29 de junho de 2010, da palestra intitulada “Democracía electrónica y legislación electoral brasileña”.

Facultad de Derecho de la Universidad de Valladolid

Facultad de Derecho de la Universidad de Valladolid

Facultad de Derecho

Facultad de Derecho

Na Faculdade de Direito

Na Faculdade de Direito

Na Faculdade de Direito

José Renato Cella, Juliana Pelegrini, Jorge Moneo, Aires Rover, Fernando Galindo, Orides Mezzaroba e Yajun Zhang

Faculdade de Direito

Faculdade de Direito

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Fernando Galindo, Nicolás Cabezudo e Ricardo Mata

Fernando Galindo, Nicolás Cabezudo e Ernesto Pedraz Peñalva

Manuel Vásquez

Manuel Vásquez

María Flora Martín Moral, Nicolás Cabezudo e María José Moral Moro

María Flora Martín Moral, Nicolás Cabezudo e María José Moral Moro

María José Moral Moro

María José Moral Moro

Nicolás Cabezudo e María Flora Martín Moral

Nicolás Cabezudo e María Flora Martín Moral

María Flora Martín Moral

María Flora Martín Moral

Fernando Galindo

Fernando Galindo

Aires José Rover

Aires José Rover

Javier García Marco

Javier García Marco

Jorge Moneo

Jorge Moneo

Camino Vidal

Juan José González López

Ricardo Mata

Ricardo Mata

Dámaso Javier Vicente Blanco

Dámaso Javier Vicente Blanco

Luis Carlos Amezúa Amezúa

Luis Carlos Amezúa Amezúa

Nicolás Cabezudo e Orides Mezzaroba

Nicolás Cabezudo e Orides Mezzaroba

Orides Mezzaroba

Orides Mezzaroba

José Renato Gaziero Cella

José Renato Gaziero Cella

Manuel Clavero Galofré

Manuel Clavero Galofré

Patricia Tapia Ballesteros

Patricia Tapia Ballesteros

Luis Rodríguez Moro

Luis Rodríguez Moro

Nicolás Cabezudo

Nicolás Cabezudo

María Flora Martín Moral

María Flora Martín Moral

Fernando Galindo

Fernando Galindo

José Renato Gaziero Cella e Fernando Galindo

José Renato Gaziero Cella e Fernando Galindo

José Renato Gaziero Cella

José Renato Gaziero Cella

José Renato Gaziero Cella, Aires José Rover e Fernando Galindo

José Renato Gaziero Cella, Aires José Rover e Fernando Galindo

Pausa para o café

Pausa para o café

Biblioteca da Universidad de Valladolid

Biblioteca da Universidad de Valladolid

Na biblioteca da Universidad de Valladolid

Na biblioteca da Universidad de Valladolid

Biblioteca da Universidad de Valladolid

Biblioteca da Universidad de Valladolid

Homenagem a Franco que ainda resta na Faculdade de Direito de Valladolid

Homenagem a Franco que ainda resta na Faculdade de Direito de Valladolid

José Renato Gaziero Cella e Fernando Galindo

José Renato Gaziero Cella e Fernando Galindo

Facultad de Derecho de la Universidad de Valladolid

Facultad de Derecho de la Universidad de Valladolid

Facultad de Derecho de la Universidad de Valladolid

Facultad de Derecho de la Universidad de Valladolid

Viva o verão espanhol!!!

Viva o verão espanhol!!!


Muros de Valladolid

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Pelas ruas de Valladolid

Pelas ruas de Valladolid

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1ª ExpedEçom – Será amanhã!!!

6 de agosto de 2010 3:39 pm

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Estamos preparando um evento que pretende expandir o espírito de confraternização existente entre bons consumidores de cerveja, mais ou menos, nos moldes da Baratona. A diferença e que não iremos visitar bares na cidade, desta vez iremos para Santa Catarina conhecer pequenas fábricas de cerveja na região de Blumenau.

O passeio vai acontecer dia 07 de agosto (sábado) e será chamado de 1ª EXPEDEÇOM (Expedição Etílica do Seu Garçom).

A programação é a seguinte:

07h00 – Café da Manhã no Seu Garçom.

07h30 – Embarque e saída em ônibus fretado (Classe Executivo).

10h00 – Iniciaremos nossa jornada percorrendo as instalações da Cervejaria Borck, na cidade de Timbó. Após as visita haverá degustação das cervejas oferecidas pelo fabricante.

12h00 – Vamos conhecer as dependências da Cervejaria Schornstein em Pomerode. E depois de provarmos a cerveja iremos almoçar pratos típicos da região no Restaurante/Bar da própria cervejaria.

15h00 – Partimos em direção a cidade de Gaspar para conhecermos a planta fabril da Cervejaria Das Bier, também com direito a degustação do líquido precioso.

18h00 – Nos enfronharemos nas instalações da Cervejaria Aisenbahn de Blumenau. O bar onde será feita a degustação após o tour serve apenas petiscos, então poderemos permanecer ali e degustar os acepipes locais ou ainda sairmos em busca de outras atrações da cidade antes do retorna a Curitiba.

23h00 – Embarque para o retorno (estimativa de chegada em Curitiba: 02h30).

Os custos por pessoa (sujeitos a pequenas variações) são:

Ônibus – R$ 60,00

Visitas – R$ 20,00

Almoço – R$ 25,00

Café/Camisetas – R$ 25,00

Total – R$ 130,00

Obs.: O custo estimado inclui uma camiseta do evento, café da manhã, almoço e as bebidas oferecidas pelos fabricantes aos visitantes (embutidas do preço dos tickets). Outras despesas com alimentação e/ou bebidas deverão ser custeadas por cada participante individualmente. Os participantes estarão liberados para levar bebida e alimentos que quiserem, atentando apenas para os limites da razoabilidade e segurança.

Faça sua reserva! O passeio é neste sábado 07 de agosto.

O número de participantes é limitado (42 pessoas, lotação do ônibus).

Obs.: as reservas só estarão efetivadas mediante o pagamento.

O endereço do Bar Seu Garçom, onde estão sendo realizadas as reservas é:

Rua Dr. Faivre, 1.423, Curitiba-PR (próximo ao Mercado Municipal) – Tel.: (041) 3092-2711.

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Saída pela manhã

Saída pela manhã

Odil na Wunder Bier - Blumenau

Odil na Wunder Bier - Blumenau

Wunder - Bier - Blumenau

Wunder - Bier - Blumenau

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Wunder Bier - Blumenau

Wunder Bier - Blumenau

Schornstein Bier - Pomerode

Schornstein Bier - Pomerode

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Schornstein Bier - Pomerode

Schornstein Bier - Pomerode

Schornstein Bier - Pomerode

Schornstein Bier - Pomerode

Schornstein Bier - Pomerode

Schornstein Bier - Pomerode

Schornstein Bier - Pomerode

Schornstein Bier - Pomerode

Schornstein Bier - Pomerode

Das Bier - Gaspar

Das Bier - Gaspar

Das Bier - Gaspar

Das Bier - Gaspar

Das Bier - Gaspar

Das Bier - Gaspar

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Cervejaria Eisenbahn - Blumenau

Cervejaria Eisenbahn - Blumenau

Ver mais fotos aqui.

Ceará – 08 a 13 de junho de 2010

21 de junho de 2010 6:28 pm

Logo depois de minha viagem ao Rio de Janeiro, com um breve retorno a Curitiba, viajei para o Ceará a fim de participar do XIX Encontro Nacional do CONPEDI, ocasião em que aproveitei para passar alguns dias em Jericoacoara antes da apresentação de meu trabalho na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará – UFC.

Para o deslocamento a Jericoacoara a maneira mais rápida e barata é o aluguel de um carro. Todas as operadoras de turismo tentarão dizer que Jericicoacoara é inacessível de carro, que somente veículos off road e 4X4 conseguem chegar lá, porém isso tudo é enganação que visa à venda de transfers que são oferecidos a valores abusivos.

Não diga na locadora que você vai a Jericoacoara, pois eles vão dizer que não pode. Apenas tome o cuidado de, na volta, antes de entregar o carro, passar num local que dê uma ducha embaixo do carro e no motor a fim de retirar a areia, daí a locadora não alegará que você descumpriu contrato etc.

Há mais de uma opção de estrada que vai de Fortaleza a Jericoacoara. Opte pela CE 085, que está em excelentes condições.

Você poderá chegar a Jericoacoara por Jijoca ou, antes de chegar lá, entrar em uma estrada de chão até a Praia do Preá, ainda no Município de Cruz. Prefira essa opção, pois de lá se vai pela areia da praia até Jericoacoara. Para tanto, haverá pessoas que, a um preço bem em conta, servirão de guia pelo caminho que leva até a porta de seu hotel.

Indico o Sr. Edvan – fones +55 88 8835-4635 ou +55 88 8819-1308. Você pode até combinar com ele um horário e ele o aguardará na própria CE 085 antes da entrada para o Preá. Por mais ou menos R$ 50,00 ele o acompanha no trajeto de ida ao hotel e, ao final da viagem, vai até o hotel para auxiliar no percurso de volta e, já no Preá, indica o lugar para dar uma ducha no carro a fim de que, posteriormente, não haja nenhum problema com a locadora do carro.

Em Jericoacoara há várias opções de hospedagem. Eu fiquei, por conta da excelente indicação do @AurelioPeluso, no Hotel Mosquito Blue.

A vila é muito agradável, com muitas opções de restaurantes e de passeios.

Imperdível é o crepúsculo na Duna do Pôr-do-Sol, que fica a alguns passos da praia de Jericoacoara, onde se pode apreciar o pôr do sol, que acontece no mar.

Um dos pratos mais famosos da região é o camarão no abacaxi. Por indicação da @aleteiaferreira comi esse prato no Restaurante Dona Amélia, que é o que, de fato, tem a melhor receita. O restaurante está na Rua do Forró.

Outro restaurante muito bom é o Carcará, também na Rua do Forró, em que comi um delicioso camarão ao curry com manga. Deixe para comer a sobremesa em outro lugar, pois ali eles servem aqueles doces prontos.

O agito da noite começa tarde e a animação se inicia lá pela uma hora da manhã. A rua principal, nas proximidades do mar, fica cheia de barracas de bebidas e afins.

A cada dois dias funciona o forró de Jericoacoara.

Na madrugada é tradição dar uma passada na Padaria Santo Antônio, que só abre entre duas e cinco horas da manhã e fica na Rua São Francisco.

Durante o dia se pode contratar um bugueiro que o levará para várias atrações turísticas, desde lagoas (a Azul e a do Paraíso são imperdíveis), dunas, mangues, a pedra furada, etc.

Eu queria comer caranguejo e o bugueiro me levou à Barraca do Cacau em Mangue Seco, onde você escolhe os caranguejos que irá comer, excelente!

Após esses dias em Jericoacoara retornei a Fortaleza, onde me hospedei no bem localizado Hotel Luzeiros.

Fortaleza é pródiga em restaurantes, sendo que o que mais gostei foi o Tia Nair, em que comi de entrada patas de caranguejo e lagosta como prato principal, carro-chefe do restaurante.

No mais, os dias que passei em Fortaleza foram tomados pelos trabalhos na UFC.

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Árvore da Preguiça

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Duna do Pôr do Sol

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Vista da Vila a partir da duna

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Rua Principal

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Camarão no abacaxi

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Hotel Mosquito Blue

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Barraca da Dona Delmira

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Lagoa Grande – Tatajuba

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Barraca do Cacau – Mangue Seco

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Lagoa do Paraíso – Jijoca

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Ao fundo, o povoado de Jijoca

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Lagoa Azul – Cruz

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Pedra do Frade

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Pedra Furada

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Restaurante Carcará

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Área de café da manhã do Hotel Mosquito Blue

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Conferência do Prof. Paulo Bonavides

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Ver outros Congressos do CONPEDI que participei aqui e aqui.

Rio de Janeiro, dias 06 e 07 de julho de 2010

20 de junho de 2010 12:42 am

Nos últimos dias 06 e 07 de julho estive no Rio de Janeiro para integrar uma banca examinadora de dissertação de mestrado em direito (trabalho orientado por @ddoneda), ocasião em que aproveitei para passar por alguns dos lugares que mais gosto na cidade.

Fato triste é que muitos dos taxixtas do Rio costumam trabalhar embriagados.

Logo na chegada me instalei no Hotel Santa Clara, local em que costumo me hospedar e que está muito bem localizado no bucólico Bairro Peixoto, encravado dentro de Copacabana.

De lá segui para um delicioso e demorado almoço no Restaurante Aprazível, que tem uma linda vista a partir do Bairro de Santa Tereza, onde sugiro um escondidinho de camarão de entrada, uma lasanha ao funghi como primeiro prato, uma moqueca paraense de Gurijuba como segundo prato e o inigualável Carimbó de sobremesa, que é um sorvete de castanha do Pará com doce de cupuaçu.

Dali, por sugestão do @MarlusArns, segui para o Baixo Leblon para fumar um charuto no Esch Café e passear um pouco pelos bares do Bairro, onde parei para tomar um chope no Bar Jobi, servido sempre pelo legendário garçom Paiva.

Após esse chope me dirigi à Lapa, onde me fartei com o delicioso cabrito com arroz com brócolis do Novo Capela, passei pelos bares de música ao vivo e, na madrugada, dirigi-me a Copacabana para o sanduíche com abacaxi do Cervantes.

No dia seguinte, após a banca, estive no Paço Imperial, no interior do qual está o excelente Restaurante Atrium, uma boa dica para o almoço de quem estiver no Centro da cidade.

De lá retornei a Curitiba para as sulas de segunda-feira a noite na PUCPR e, já na manhã seguinte, viajei ao Ceará, onde premaneceria por uma semana em razão do Encontro do CONPEDI.

Vista da Baía de Guaratuba (PR), com a Ilha de São Francisco do Sul (SC) ao fundo

Vista da Baía de Guaratuba (PR), com a Ilha de São Francisco do Sul (SC) ao fundo

Ilha do Mel

Ilha do Mel

No Restaurante Aprazível

No Restaurante Aprazível

Restaurante Aprazível

Restaurante Aprazível

Vista do Restaurante Aprazível - Santa Tereza

Vista do Restaurante Aprazível – Santa Tereza

No Restaurante Aprazível

No Restaurante Aprazível

Bo Bar Nova Capela - Lapa

Bo Bar Nova Capela – Lapa

Vista dos morros da Urca e Pão de Açúcar a partir de Botafogo

Vista dos morros da Urca e Pão de Açúcar a partir de Botafogo

Ver outras viagens que fiz para o Rio de Janeiro aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Vacinação do gado – Fazenda Santa Tereza – maio de 2010

23 de maio de 2010 10:46 pm

Nos últimos dias viajei até a Fazenda Santa Tereza – Município de Aparecida do Rio Negro-TO – a fim de acompanhar a vacinação do gado contra a febre aftosa.

O dia se revelou límpido no sobrevoo do litoral do Paraná, com uma bela vista da Baía de Paranaguá.

Do frio do Sul me dirigi para me encontrar com as temperaturas elevadas do Norte do País, onde executo projeto de produção de gado bovino de corte para exportação financiado pelo Banco da Amazônia.

Trata-se da raça Brangus, que é resultado do cruzamento entre o Aberdeen Angus e o Zebu (Nelore). As primeiras experiências que resultaram no Brangus foram realizadas em 1912, no Estado da Louisiana (EUA). O objetivo era a criação de um animal que apresentasse altos índices de produtividade, ainda que criado em condições climáticas adversas.

A raça Brangus é formada para unir a rusticidade das raças zebuínas (resistência a parasitas, tolerância ao calor, habilidade materna) com as vantagens do Angus (qualidade da carne, precocidade sexual, elevado potencial materno), revelando-se, assim, uma raça completa.

Dentre as vantagens do animal estão os partos facilitados; os altos pesos na desmama e no sobre-ano; o grande ganho de peso; as fêmeas de reposição com puberdade precoce (enxerta aos 15 meses); a carne suculenta e macia (atende aos paladares mais exigentes e tem fácil acesso ao mercado exterior, o que exige investimentos de rastreamento do rebanho via satélite).

O acesso ao mercado externo será facilitado com o início de operação da Ferrovia Norte-Sul, que brevemente permitirá, via Porto de São Luís-MA, que a carne selecionada seja posta com efeiciência, a preços especiais, no mercado europeu.

Baía de Paranaguá

Baía de Paranaguá

Paranaguá

Paranaguá

Ilha do Mel

Ilha do Mel

Entrada da Fazenda

Entrada da Fazenda

Vacina

Vacina

Brangus

Brangus

No curral

No curral

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Brinco para rastreamento por satélite

Brinco para rastreamento por satélite

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Leitura para o final de semana

7 de maio de 2010 9:31 am

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RAY, Monk. Bertrand Russell: matemática, sonhos e pesadelos. Tradução de Luiz Henrique de A. Dutra. São Paulo: UNESP, 2000.

Bertrand Russell (1872-1970) descobriu a matemática aos onze anos. Foi, como posteriormente registrou, uma experiência arrebatadora: “tão inebriante quanto o primeiro amor”. A partir daquele momento, seguiria sua paixão com devoção inquebrantável e fervor quase erótico. A matemática poderia vencer onde a filosofia havia falhado, reduzindo o pensamento à sua forma mais pura e libertando o conhecimento da dúvida e contradição. E assim, por algum tempo, pareceu ser. As investigações matemáticas de Russell resolveram sem esforço, de uma só vez, alguns dos mais intratáveis problemas da filosofia. No entanto, se a matemática pode ser uma fonte de liberação, é, também, fonte inconfiável … Analisando o trabalho daquele que é indiscutivelmente um dos gigantes de nossa época, o livro extremamente claro e bem escrito de Ray Monk também nos conta uma história humana: uma tocante história de amor e perda, de extasiante triunfo e profunda desilusão.

A obra indicada faz parte da excelente coleção de bolso da Routledge que a UNESP tem publicado no Brasil: “Os Grandes Filósofos” . Os consultores da coleção são Ray Monk e Frederic Raphael. Os livros têm em torno de sessenta páginas e apresentam um pouco da vida e da teoria de filósofos como Bertrand Russell, Collingwood, Hume, Ayer, Schopenhauer, entre muitos outros. Vale a pena conferir todos eles!

Palermo, onde moram os hotéis-butique

5 de maio de 2010 1:06 am

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Por Ricardo Freire
O Estado de São Paulo

No fim da década de 1990, quando a Argentina estava cara demais para o nosso bico, o bairro portenho de Palermo Viejo tornou-se um polo de lojas descoladas, bares animados e restaurantes emergentes. Um lugar mais arejado e descontraído do que aquela Buenos Aires clássica que conhecíamos de outros feriadões.

A transformação de Palermo em lugar da moda começou ao norte dos trilhos de trem que cortam o bairro, numa região de galpões onde se instalaram estações de TV e estúdios de cinema – e que por isso acabou conhecida como “Palermo Hollywood”. Quando o fenômeno se reproduziu ao sul dos trilhos, o centrinho de Palermo Viejo foi rebatizado de “Palermo Soho” (abreviatura de “South of Hollywood”). As duas blagues pegaram e hoje ninguém mais se dá conta do ridículo dos apelidos.

A cada crise na economia ou a cada ataque de enfado dos farejadores de tendências costuma-se decretar o fim de Palermo. Há quem insista que San Telmo agora é “o” lugar e quem acompanhe com entusiasmo o aparecimento do mínimo sinal “cool” em qualquer ponto da cidade. Mas o fato é que os Palermos continuam firmes e fortes. Palermo Soho, especificamente, está nos trinques, depois que todo o seu miolinho teve as calçadas refeitas. O perfil das lojas mudou (para melhor), apareceram muitos cafés e hoje o bairro deixou de ser algo do gênero Vila Madalena/Santa Teresa para se tornar uma versão portenha de Jardins/Leblon.

Palermo Hollywood ainda mantém o carão de lugar alternativo – desabitado de dia, pouco amigável para pedestres, mas com um elenco estelar de restaurantes abertos à noite.

A maior evidência da consolidação dos Palermos está no número de hotéis na região. Em 2003 só havia dois hoteizinhos na parte nobre do bairro: a Malabia House e o BoBo. O primeiro hotel-design só apareceu no fim de 2005: o Home, em Palermo Hollywood.

Nos últimos cinco anos, no entanto, o visitante ganhou nada menos do que 30 novos lugares para se hospedar nos dois lados do bairro (imagine se isso acontecesse no Brasil: 30 novos hotéis surgindo em cinco anos entre Ipanema e Leblon ou entre os Jardins e a Vila Madalena). Todos procuram fazer o gênero hotel-butique – com número limitado de apartamentos e decoração contemporânea.

O boom de novos hotéis (e a crise nos Estados Unidos e na Inglaterra, de onde vinha boa parte dos hóspedes) tem mantido os preços num patamar bastante abordável. Há dois anos a diária média da região ficava entre US$ 160 e US$ 200. Hoje, a grande maioria cobra entre US$ 100 e US$ 150. Os preços desta matéria se referem a diárias de casal, sem impostos, e foram apurados semana passada, em sites de reservas online e nos sites dos hotéis, para uma mesma data em maio. Repita a pesquisa quando você for viajar, porque os preços de hotelaria são bastante voláteis.

Em Palermo Soho. Para estar a dois passos das lojas, bares e restaurantes, procure seu hotel dentro do quadrilátero delimitado pelas calles Malabia ao sul, Uriarte ao norte, Gorriti a oeste e Nicaragua a leste. Neste miolinho está tudo o que interessa: o comércio da Honduras e da El Salvador, os restaurantes em torno da Plaza Armenia. O único lugar caído por ali é a Plazoleta Cortázar (Borges esquina Honduras), que foi onde a muvuca começou – hoje concentra os bares menos interessantes e a feirinha mais sem-graça.

Os hotéis mais elegantes do pedaço são o Nuss, que aproveitou – e tornou irreconhecíveis – as instalações de um convento (nussbuenosaires.com; US$ 250), e o Legado Mítico, com ares de pampa chique (legadomitico.com; US$ 240). Mas não há lugar mais vip que o Jardín Escondido, mansão que Francis Ford Coppola aluga inteira, com mordomo e tudo, por US$ 1.600 a diária (coppolajardinescondido.com).

Os dois pioneiros, instalados em casarões clássicos, continuam em ótima forma: o Malabia House (malabiahouse.com.ar; US$ 111) e o BoBo (bobohotel.com; US$ 150). Mas ganharam concorrência no seu gênero, como o Blue Soho, muito bem localizado na El Salavador (hotelbluesoho.com; US$ 93), o 5411 Soho, focado no público GLS (5411soho.com; US$ 115), e o Vain, onde o branco predomina em todos os ambientes (vainuniverse.com; US$ 117).

Quem faz questão de se hospedar num prédio construído para ser hotel já não pode se queixar de falta de opções deste lado do bairro. Os moderninhos brotam em todas as quadras. Na Honduras (a “Oscar Freire” do Soho) encontram-se o Soho All Suites (sohoallsuites.com; US$ 126) e o minimalista Five Cool Rooms (fivebuenosaires.com; US$ 105). Na paralela de trás, a Gorriti, estão Mine (minehotel.com; US$ 120) e Ultra (hotelultra.com; US$ 90). Na Godoy Cruz, próximo à churrascaria La Cabrera, ficam os supernovinhos The Glu (thegluhotel.com) e Torrecillas (torrecillassoho.com.ar; US$ 108).

O mais alto dos hotéis ao sul dos trilhos é o Esplendor Palermo Soho, que tem apartamentos amplos com sacada (esplendorpalermosoho; US$ 130). A localização mais agradável, porém, é a do Craft, que fica em frente à Plaza Armenia (crafthotel.com; US$ 98). No quesito estilo, a novidade mais interessante é o Palermitano, instalado num predinho anos 40 (palermitano.biz; US$ 110).

Em Palermo Hollywood. Do outro lado dos trilhos, a modernidade impera. Os mais próximos da divisa são o Be Hollywood (behollywood.com; US$ 118) e o Hollywood Suites (hollywoodsuitesba.com.ar; US$ 153). Também são novinhos o ousado Vitrum (vitrumhotel.com; US$ 180), o discreto Own (ownhotels.com; US$ 105), o espaçoso Noa Noa Lofts + Art (noanoalofts.com.ar; US$ 118) e o bem posicionado Esplendor Palermo Hollywood (esplendorpalermohollywood.com; US$ 140).

A falta de vida diurna no bairro, porém, pede um ambiente gostoso, e nisso ninguém em Palermo Hollywood supera o decano Home (homebuenosaires.com; US$ 130).

Ver mais sobre Buenos Aires aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

São as águas de março fechando o verão

14 de março de 2010 9:11 pm

Para fechar o verão fui passar este final de semana em Florianópolis, onde me hospedei no charmoso Hotel Sete Ilhas, em Jurerê, que é composto de sete sobrados em um terreno cujo “portão dos fundos” dá direto para a praia, o que faz dele um excelente lugar para descansar com tranquilidade.

Ali pertinho está o ótimo restaurante Toca de Jurerê, onde se pode ir a pé para boas refeições, coisa que fiz na última sexta-feira a noite.

No sábado o dia amanheceu lindo e isso me levou à praia para ler um bom livro e apreciar a beleza da paisagem, inclusive daquelas que são semoventes. Em seguida, quando o sol principiou a esquentar muito, fui até o centro da cidade e, no Mercado Público, fartar-me com as iguarias servidas no Box 32, dentre as quais ostras, bolinhos de camarão com catupiri, jamón ibérico de bellota (pata negra), camarões e chopes da Brahma muito bem tirados.

Depois disso, ali no Mercado Público mesmo, parei para ouvir um pouco de pagode no pátio e, em seguida, retornei ao hotel para pegar uma praia de final de tarde.

Ao anoitecer veio uma boa soneca e preparação para um inesquecível jantar no Café Riso, que sem dúvida nenhuma é atualmente um dos melhores restaurantes de Florianópolis. Lá me encontrei com meu amigo – e sócio na empresa KerygmaClaudio Marlus Skora.

Finalmente, após a corrida de Fórmula 1 deste domingo, chegou a hora do retorno a Curitiba.

Enfim, foi um ótimo final de semana para fechar o verão, estação que encontrarei de volta em julho, quando viajarei para a Espanha para lecionar, participar de congressos e tirar uns dias de folga, porque ninguém é de ferro!

Para aqueles que pensam em desfrutar de Florianópolis, além das dicas que dei acima, farei abaixo uma lista de outros lugares que valem o passeio.

Considero o Hotel Sete Ilhas o melhor hotel de praia de lá, mas se você precisa estar mais próximo ao centro, a Quinta da Bica d’Água (próxima a UFSC) é muito charmosa. O Sofitel é bastante agradável e bem localizado, tanto quanto o Blue Tree. O Majestic é imponente, mas tal qual o Costão do Santinho, também famoso, não fazem muito o meu estilo, mas são opções que podem agradar a muitos.

Se você aprecia a gastronomia e não gosta muito de sair do hotel de praia em que se hospeda, em vez de ir a Florianópolis, vá, ali pertinho, ao hotel da Ilha do Papagaio, que faz parte da rede dos Roteiros de Charme. A comida de lá é espetacular; e as acomodações são aconchegantes.

Florianópolis possui diversas opções de restaurantes incríveis, sendo que vou descrever algumas delas além do Café Riso e da Toca de Jurerê, já citados acima.

No sul da ilha está o imperdível Ostradamus, que fica no pitorecsco Ribeirão da Ilha. Os preços são paulistanos, porém as opções de cardápio, com destaque às ostras, são maravilhosas.

Também no sul da ilha está o Bar do Arante, restaurante que fica no Pântano do Sul e que vale a viagem.

Os bairros de Sambaqui e de Santo Antônio de Lisboa, sendo um extensão do outro, são ótimos lugares para passeios e estão repletos de bons restaurantes.

Em Santo Antônio o Bate Ponto é uma ótima opção, mas o restaurante de lá que recomendo fortemente, tanto pelo local beira-mar (em “quintal” na Baía Norte) quanto pela comida, é o Pôr-do-Sol Açoriano.

Em Sambaqui há um restaurante português que é uma delícia, “O Lusitano“. Autêntica comida portuguesa, adega completíssima e sobremesas de perder o fôlego.

A grande referência de Sambaqui é o restaurante Gugu, imperdível, especialmente seu bolinho de siri.

No final de Sambaqui está o Bera d’Água, uma espécie de palafita comandada pelo Sêo Antônio. Um restaurante bem simples cuja localização não consegui encontrar na internet, a não ser em postagem deste mesmo blogue (ver aqui). Para chegar lá se deve ir até o final de Sambaqui e, assim que a via pavimentada se acaba e se inicia a estrada de terra poderá ser avistada a palafita bem a esquerda, sobre a baía.

No Cacupé há duas opções: o Zé do Cacupé e o João de Barro. Ambos estão diante da Baía Norte e a vista a partir do João de Barro é incrível. No João de Barro se deve ir para o jantar, onde, a meia-noite, há uma homenagem à Florianópolis com direito a canção de seu hino e a fogos de artifício. O Zé do Cacupé tem uma cozinha de frutos do mar encantadora.

No mesmo estilo do acima citado Café Riso se pode encontrar, na Lagoa da Conceição, o restaurante Um Lugar, que é agradável e bom.

Um ótimo lugar para lanchar na Lagoa é a Creperia Degrau, que é super aconchegante e fica no morro que leva à Igrejinha de Nossa Senhora da Conceição.

Um passeio muito agradável que leva a ótimos restaurantes de “sequência de camarão” é o que vai à Costa da Lagoa, que só é acessível de barco. Para isso há um “barco de linha” que se pega em um ponto que está sob a ponte entre a avenida das Rendeiras e o centrinho da Lagoa, ao preço da passagem de ônibus. Esse barco, após passar por alguns pontos no caminho, chega ao lugar em que estão os restaurantes, sendo que uma boa opção é o Restaurante Lagoa Azul.

Se você não estiver com paciência de pegar barquinho e, ainda assim, pretender entrar na orgia gastronômica que são as sequências de camarão, então, na Lagoa, o restaurante Casa do Chico é a opção; esqueça todos os demais restaurantes de sequência, ali está o melhor deles.

No centro da cidade se pode comer maravilhosamente bem na Toca da Garoupa, impecável no tratamento.

O Armazém Vieira é uma boa opção para comer excelentes petiscos e ouvir música ao vivo.

Bons petiscos também se têm no Emporium Bocaiúva, um ótimo lugar para happy hours para quem está hospedado no centro.

Por fim, como bar de praia, sugiro o El Divino Beach, em Jurerê Internacional. Serviço no interior do bar e na areia da praia, lounge music por todo o dia e um DJ que, no verão, anima a todos no final da tarde, local em que se tem a presença de mulheres maravilhosas.

O Kioske do Pirata, na Praia Brava, é famoso, mas aquilo lá é um lugar inviável, uma homenagem à irracionalidade, a não ser que você seja um masoquista apaixonado por congestionamentos.

Por enquanto é isso. Pode-se ver um pouco mais de minhas idas e vindas a Florianópolis, com outras dicas, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

No Hotel Sete Ilhas

No Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

Hotel Sete Ilhas

Refestelado

Refestelado

Refestelado

Refestelado

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Refestelado

Toca de Jurerê

Toca de Jurerê

Toca de Jurerê

Toca de Jurerê

Box 32

Box 32

Box 32

Box 32

Box 32

Box 32

Mercado Público

Mercado Público

Mercado Público

Mercado Público

Claudio Marlus Skora no Café Riso

Claudio Marlus Skora no Café Riso

Café Riso

Café Riso

Reunião do grupo de pesquisa eGOBS – UFSC – 22.fev.2010

23 de fevereiro de 2010 7:41 am

Realizamos ontem no Curso de Pós-Graduação em Direito – CPGD da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC reunião em que se tratou do balanço do ano de 2009 e dos planos para 2010 do Grupo de Pesquisa International Eletctronic Government Observatory – eGOBS, em que foram avaliados os muitos resultados havidos até o momento – ver blogue e relatório abaixo –  e traçadas as metas para este ano, após o que fomos jantar no excelente Restaurante Gugu.

Fernando Galindo

Fernando Galindo

Aires José Rover

Aires José Rover

Galindo e Rover

Galindo e Rover

Grupo de pesquisa eGOBS

Grupo de pesquisa eGOBS

Grupo de pesquisa eGOBS

Grupo de pesquisa eGOBS

Galindo e Rover no Restaurante Gugu

Galindo e Rover no Restaurante Gugu

Galindo e Cella no Restaurante Gugu

Galindo e Cella no Restaurante Gugu

eGOBS 2009-2010

Domingo (21.fev.2010) em Florianópolis

21 de fevereiro de 2010 7:15 pm

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No Restaurante “Bera d’Água” (Sambaqui) – Restaurante do Sêo Antônio

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Fernando Galindo e Orides Mezzaroba

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Fernando Galindo

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Cella e Galindo

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Orides Mezzaroba

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Zé Renato Cella

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Orides Mezzaroba

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Mezzaroba e Galindo